Estratégia

Conheça a parceria entre a Havik e a ToF

Escrito por Havik

Se você precisasse, hoje, convencer um executivo a trabalhar em sua empresa, faria a mesma abordagem que era utilizada há 15 ou 20 anos? Acha que as técnicas de desenvolvimento de líderes precisam de atualização? Não é para menos: nas últimas décadas, a sociedade em geral e as relações de trabalho mudaram radicalmente.

Essa mudança determina uma transformação das empresas que desejam atrair lideranças preparadas para o mundo atual.

E foi para ajudar nessa transição que a Havik Executive Search se juntou à ToF Traduzindo o Futuro, em uma colaboração que vai além dos modelos tradicionais de consultoria. A parceria combina os conhecimentos de especialistas não só em desenvolvimento corporativo, mas também em inovação organizacional.

Neste artigo, vamos mostrar por que é tão importante entender a configuração do período em que vivemos e as novas necessidades de empresas e executivos.

Mas, antes de seguir, queremos deixar uma provocação para acompanhar sua leitura. Você já se perguntou se as técnicas de coaching, cada vez mais disseminadas no mercado brasileiro, realmente se alinham aos desafios contemporâneos?

O impacto do olhar de Terra 2 sobre o executive search

O mundo atual é muito diferente daquele de algumas décadas atrás. Tão diferente, que esse novo cenário é traduzido, pela ToF, como Terra 2, se relacionando à pós-modernidade. O modo de vida anterior ganha o nome de Terra 1, ou modernidade.

De forma resumida, a diferença fundamental entre esses dois mundos é:

  • Terra 1: sociedade organizada verticalmente, na família ou na empresa, exigindo uma forma de agir essencialmente disciplinada, padronizada;

  • Terra 2: sociedade horizontal, em rede, que demanda um exercício de invenção responsável a cada minuto. Temos escolhas.​

É a “sociedade desbussolada”, em expressão cunhada por Jorge Forbes, psicanalista, psiquiatra, escritor e sócio-diretor da ToF. E a mudança de paradigma é difícil. “A passagem da modernidade para a pós-modernidade nos leva a repensar, do nascimento à morte, todos os nossos hábitos de comportamento e satisfação”, indica.

Em um primeiro momento, a reação é de alegria diante da multiplicidade de Terra 2. “Em Terra 1, por ser uma sociedade padronizada, havia duas posições antagônicas: a adaptação e a rebeldia. Em Terra 2, temos um laço social não padronizado. Não existe adaptado ou rebelde, certo ou errado”, complementa Forbes.

Contudo, a responsabilidade de escolher — e de abrir mão das outras possibilidades — pode trazer medo. E é aí que vem o segundo momento, caracterizado pela postura reacionária e pela tentativa de tratar novos fenômenos com velhos remédios.

Mas como pessoas e organizações podem habitar Terra 2 de forma menos angustiada e lidar com os elementos dessa transformação?

A horizontalidade e as vantagens da parceria

A horizontalidade de Terra 2 evidencia verbos que dizem respeito às vantagens das parcerias. “Estar junto, dividir, participar”, destaca Jorge Forbes.

Esse é o olhar da cooperação entre a Havik e a ToF. O executive search se beneficia da companhia de um laboratório da pós-modernidade para encontrar pessoas mais próximas das características de Terra 2. E também para estimular as empresas a reverem seu posicionamento e suportar a contratação de pessoas Terra 2, que colocam em questão as velhas formas de ser da modernidade.

De acordo com Ricardo Barcelos, senior partner da Havik Executive Search, a colaboração com a ToF se posiciona justamente para auxiliar líderes que atuam em conselhos, diretorias, vice-presidências e C-level (CEO, CFO, CMO, CTO, entre outros) a transitar pela ponte entre Terra 1 e Terra 2.

A visão encontra eco na perspectiva de Jorge Forbes. “A proposta é de encontrar pessoas não para o mundo de ontem, mas para o mundo de amanhã”, aponta o sócio-diretor da ToF.

A busca pelo profissional de amanhã

O trabalho começa com o processo de identificação e formação cultural realizado pela ToF. É uma empresa verticalizada ou colaborativa? Privilegia a inovação ou está apegada a ideias e produtos ultrapassados?

O passo seguinte é ajudar a liderança máxima da organização a observar se seus líderes mais próximos estão preparados para a transformação. Pode ser necessário desenvolver ou até substituir. “A partir do momento em que nosso parceiro identifica os traços do profissional pós-moderno, levamos a análise para a sala de entrevista”, descreve Barcelos.

A Havik, entra, portanto, com o assessment da pós-modernidade para detectar essas características e buscar profissionais que tragam as habilidades necessárias. Sua empresa atrai, desenvolve e retém profissionais de acordo com seu posicionamento cultural em Terra 2?

O futuro está sendo inventado hoje

Vale ressaltar que a transformação é também digital. Tudo indica que o Brasil viverá um momento de retomada e estará aberto a impactos tecnológicos ainda mais velozes nos próximos anos.

As empresas e profissionais que não estiverem atentos certamente terão dificuldade em se sustentar nas posições de liderança. As organizações correm o risco, inclusive, de desaparecer em longo prazo.

“Achar que a nanotecnologia, as moedas eletrônicas, o blockchain, a inteligência artificial e o machine learning, entre outros exemplos, não vão influenciar todos os ramos, é uma ilusão. É uma questão de pouco tempo para que novidades disruptivas invadam cada um dos segmentos da economia”, destaca Ricardo Barcelos.

“Sendo a mudança inexorável, quanto mais cedo a pessoa se perguntar em que mundo ela está, melhor será para ela. Quem for o último a saber que Terra 1 está sendo ultrapassada corre o risco de morrer profissionalmente”, acrescenta Forbes.

E você, está preparado para enfrentar a retomada do mercado em um contexto de transformação digital?

A Havik Executive Search, a ToF e os novos caminhos

A Havik tem, desde sua origem, o DNA da inovação. Há três anos, adota modelo 100% digital, em que os clientes têm a opção de acessar o produto final das soluções de executive search por meio de uma plataforma digital.

A parceria com a ToF fez com que a Havik inovasse outra vez. “Juntos, nossos produtos provocam o autoconhecimento das organizações. E podem, inclusive, ser polêmicos”, provoca Barcelos. Ficou curioso?

A diferença entre ser conduzido e liderar a transformação

O mercado atual está repleto de serviços de “coaching”, palavra inspirada na condução das antigas carruagens e que se popularizou nos universos acadêmico, esportivo e corporativo.

No entanto, se considerarmos que a condução parte de um ponto “A” para chegar a um ponto “B”, apostar nisso pode ser bem arriscado na pós-modernidade.

“Não temos mais certezas, apenas verdades temporárias. Antes, o futuro era uma projeção do presente (de A para B). Hoje, o futuro é uma invenção do presente (de A para…). É nesse espírito que a ToF faz a provocação do unCoach”, explica Barcelos.

Enquanto o coach ajusta e disciplina, o unCoach liberta e multiplica. Vamos saber mais sobre isso.

O conceito de unCoach

O unCoach não projeta empresas e pessoas a partir do que já é conhecido. Ele estimula a visão de possibilidades e lugares onde ninguém jamais esteve e onde estão as oportunidades realmente relevantes.

Enquanto isso, o coaching segue na direção de preparar o líder para “atuar eficientemente”, “ajustar as pessoas às organizações” e ajudar em “transições de carreira” e na “continuidade dos negócios”. A ideia é manter colaboradores “disciplinadamente engajados” e aumentar a autoconfiança das lideranças para atingir “potencial máximo” e metas de forma “eficiente e objetiva”.

Esse caminho segue no sentido de Terra 1. O unCoach acompanha o líder de Terra 2. “Propomos a atuação criativa para encontrar soluções novas, em vez de pessoas que se ajustam e apenas repetem modelos”, descreve Jorge Forbes.

Confira as propostas da ToF para o unCoach:

  • preparar o líder para atuar criativamente em Terra 2;

  • elevar as pessoas além dos limites das organizações;

  • ajudar a multiplicar carreiras e negócios;

  • manter colaboradores indisciplinadamente inovadores e incentivar o talento — ser indisciplinado significa, aqui, pensar fora dos limites dos modelos prontos;

  • aumentar a criatividade e a intuição, privilegiando o risco, a experimentação e a convivência com as incertezas.

Em um mundo desbussolado, não existe “a melhor forma de conduzir”. “O melhor caminho é aquele que você pode inventar e se responsabilizar por ele”, conclui Jorge Forbes.

Lembra a nossa provocação, lá do início? A parceria entre a Havik Executive Search e a ToF traz conceitos como o de unCoach para reforçar que, hoje, é perigoso buscar a condução por caminhos conhecidos. É preciso estar aberto à liberdade e aos caminhos desconhecidos.

Quer preparar sua organização para essa transformação? Então, entre em contato com a Havik e experimente os resultados de uma Executive Search em Terra 2!

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Havik

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